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CLÁUDIA MASCARENHAS
CLÁUDIA MASCARENHAS
“Portanto defendo a idéia de uma geografia cidadã. De uma geografia não restrita a escola e ao ensino oficial. Almejo uma geografia presente nas ruas da cidade, no muros e cartazes. Uma geografia para a vida e na vida”.
AMORIN,Eliã Síméia M. dos S .Por uma Geografia Cidadã: estudos e projetos pedagógicos no ensino de geografia. Salvador: EDUNEB,c2003.p.47
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SAMIRA ARAÚJO
“o homem ocidental moderno experimenta certo mal-estar diante de inúmeras formas de manifestações do sagrado: é difícil para ele aceitar que, para certos seres humanos, o sagrado possa manifestar-se em pedras ou árvores, por exemplo.” (p.18)
[...] “A profunda nostalgia do homem religioso é habitar um ‘mundo divino’, ter uma casa semelhante à ‘casa dos deuses’, tal qual foi representada mais tarde nos templos e santuários. Em suma, essa nostalgia religiosa exprime o desejo de viver num cosmos puro e santo, tal como era no começo, quando saiu das mãos do Criador." (p.61)
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CLEIDIANA ALVES

“A competição no mercado da construção de imagens passa a ser um aspecto vital da concorrência entre as empresas. O sucesso é tão claramente lucrativo que o investimento na construção da imagem (patrocínio das artes, exposições, produções televisivas e novos prédios, bem como marketing direto) se torna tão importante quanto o investimento em novas fábricas e maquinário. A imagem serve para estabelecer uma identidade no mercado, o que se aplica também aos mercados de trabalho.”
HARVEY, David. Condição pós-moderna: uma pesquisa sobre as origens da mudança cultural. 4.Ed. São Paulo:Loyola, 1989, p. 260.
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CARLOS ALBERTO
HARVEY, David. Condição pós-moderna: uma pesquisa sobre as origens da mudança cultural. 4.Ed. São Paulo:Loyola, 1989, p. 260.
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CARLOS ALBERTO

“A flexibilização do Estado relaciona-se a múltiplas formas territoriais emergentes cujas diversas determinações podem revelar a riqueza da análise das totalidades. Nesse sentido, o referencial analítico principal assenta-se sobretudo na hipótese de Lefebvre (Espacio y Política, 1976 p. 25-31): a de que o espaço desempenha uma função na estruturação de uma totalidade, como um instrumento político à medida em que é apropriado, transformado em território. A representação do território está, assim, sempre a serviço de uma estratégia projetada. O Estado Nacional, a sociedade nacional e a estrutura territorial compõe a totalidade, com múltiplos centros federados de poder, múltiplos núcleos de atores públicos e privados e uma estrutura territorial que se torna, progressivamente, mais densa – como no centro-sul do Brasil – à medida que reflete a multiplicidade de poderes específicos e seus projetos de desenvolvimento sobre territórios determinados”.
ARTIGO. Canoas, 2004. Disponível em: < http://empreende.org.br/pdf/Estado/Reforma%20do%20Estado,%20reestruturações%20territoriais,%20desenvolvim.pdf.>
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