14 de jun. de 2010

Exposição - PARTE 1

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MARCÍLIO VALOIS


"A esfera pública burguesa desenvolve-se no campo de tensões entre Estado e sociedade, mas de modo tal que ela mesma se torna parte do setor privado. A separação radical entre ambas as esferas, na qual se fundamenta a esfera pública burguesa, significa inicialmente apenas o desmantelamento dos momentos de reprodução social e de poder político conjugados na tipologia das formas de dominação da Idade Média avançada."

SERPA, Ângelo. Espaço público e acessibilidade: notas para uma abordagem geográfica. GEOUSP – Espaço e Tempo, São Paulo, Nº 15, pp. 21-37, 2004, p. 23.
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ELIANE MOREIRA


“Um aparente paradoxo que expressa o modo como se organizam e agem os diferente sujeitos formadores da sociedade com seus diferentes interesses a partir de sua intervenção no espaço".

BECKER, Bertha Koiffmann; SANTOS, Milton. Território, territórios: ensaios sobre o ordenamento territorial. São Paulo: Lamparina, 2007, p.83.
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LAÍNE LOUREIRO


“Com a evolução do capitalismo e o avanço do liberalismo, dissolve-se de fato a relação original entre o público e o privado, através da decomposição generalizada das características essenciais da esfera pública burguesa. Para Habermas, duas tendências, dialeticamente interrelacionadas, marcam a decadência da esfera pública: ela penetra setores cada vez mais extensos da sociedade e, ao mesmo tempo, vai perdendo sua função política, no sentido de submeter os fatos tornados públicos ao controle de um público crítico”.

SERPA, Ângelo. Espaço público e acessibilidade: notas para uma abordagem geográfica. GEOUSP – Espaço e Tempo, São Paulo, Nº 15, pp. 21-37, 2004, P.23.

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ARIELSON PASSOS


“ Neste mundo de mudanças confusas e incontroladas, as pessoas tendem a reagrupar-se em torno da identidades primárias: religiosas, étnicas, territoriais, nacionais. [...] Em um mundo de fluxos globais de riqueza, poder e imagem, a busca da identidade, coletiva ou individual, atribuída ou construída, torna-se a fonte básica de significado social.”

CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede. 8.Ed. São Paulo: Paz e Terra, 1999, p. 41.

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PATRÍCIA PASCOAL


“A socialização das forças produtivas não se limita apenas ao que se passa dentro da fábrica, mas diz respeito fundamentalmente á crescente interdependência dos diferentes setores da economia”

HARNECKER, Marta; URIBE, Gabriela. Capitalismo e socialismo. São Paulo: Global, 1980, p.28.
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