5 de ago. de 2011

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A uneb divulgou o calendário acadêmico 2099

13 de jul. de 2010

Exposição virtual de imagens geográficas em 360º graus - UNEB

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JULIANO SANTOS

‘’Neste mundo globalizado a competitividade, o consumo, a confusão dos espíritos constituem baluartes do presente estado das coisas. A competitividade comanda nossas formas de inação’’.


SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. 6ª edição. Rio de Janeiro: Record, 2001, p.46.

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ROBERTA SOUZA

“(...) no conceito de paisagem a possibilidade de entender aquilo que a nossa visão, à princípio, aprendia. Todavia a aparência captada pela observação não vislumbra a dinâmica que envolve a produção da paisagem analisada”

GONÇALVES, A.C. Os bairros urbanos como lugares de práticas sociais. Revista de Letras – Geografia, Porto. Vol. IV, 1988.
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ANA PAULA


“... Segundo Milton Santos..., a metrópole caracteriza-se como forma da simultaneidade. Na realidade, a co-presença e a simultaneidade marcam substancialmente o urbano e iluminam as relações espaço – tempo”.

CARLOS, Ana Fani Alessandri. Espaço-tempo na metrópole: a fragmentação da vida cotidiana. São Paulo. Contexto, 2001, p.31.
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TAÍSE BATISTA


“Assim do mesmo modo que em cada momento da história se produz um espaço, este revela, em cada momento histórico, uma cidade e suas possibilidades”.

CARLOS, Ana Fani Alessandri. Espaço-Tempo na metrópole: a fragmentação da vida cotidiana. São Paulo: contexto, 2001, p.12.
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29 de jun. de 2010

Exposição - PARTE 8

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CLÁUDIA MASCARENHAS


“Portanto defendo a idéia de uma geografia cidadã. De uma geografia não restrita a escola e ao ensino oficial. Almejo uma geografia presente nas ruas da cidade, no muros e cartazes. Uma geografia para a vida e na vida”.

AMORIN,Eliã Síméia M. dos S .Por uma Geografia Cidadã: estudos e projetos pedagógicos no ensino de geografia. Salvador: EDUNEB,c2003.p.47
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SAMIRA ARAÚJO



“o homem ocidental moderno experimenta certo mal-estar diante de inúmeras formas de manifestações do sagrado: é difícil para ele aceitar que, para certos seres humanos, o sagrado possa manifestar-se em pedras ou árvores, por exemplo.” (p.18)

[...] “A profunda nostalgia do homem religioso é habitar um ‘mundo divino’, ter uma casa semelhante à ‘casa dos deuses’, tal qual foi representada mais tarde nos templos e santuários. Em suma, essa nostalgia religiosa exprime o desejo de viver num cosmos puro e santo, tal como era no começo, quando saiu das mãos do Criador." (p.61)

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CLEIDIANA ALVES



“A competição no mercado da construção de imagens passa a ser um aspecto vital da concorrência entre as empresas. O sucesso é tão claramente lucrativo que o investimento na construção da imagem (patrocínio das artes, exposições, produções televisivas e novos prédios, bem como marketing direto) se torna tão importante quanto o investimento em novas fábricas e maquinário. A imagem serve para estabelecer uma identidade no mercado, o que se aplica também aos mercados de trabalho.”

HARVEY, David. Condição pós-moderna: uma pesquisa sobre as origens da mudança cultural. 4.Ed. São Paulo:Loyola, 1989, p. 260.
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CARLOS ALBERTO




“A flexibilização do Estado relaciona-se a múltiplas formas territoriais emergentes cujas diversas determinações podem revelar a riqueza da análise das totalidades. Nesse sentido, o referencial analítico principal assenta-se sobretudo na hipótese de Lefebvre (Espacio y Política, 1976 p. 25-31): a de que o espaço desempenha uma função na estruturação de uma totalidade, como um instrumento político à medida em que é apropriado, transformado em território. A representação do território está, assim, sempre a serviço de uma estratégia projetada. O Estado Nacional, a sociedade nacional e a estrutura territorial compõe a totalidade, com múltiplos centros federados de poder, múltiplos núcleos de atores públicos e privados e uma estrutura territorial que se torna, progressivamente, mais densa – como no centro-sul do Brasil – à medida que reflete a multiplicidade de poderes específicos e seus projetos de desenvolvimento sobre territórios determinados”.


ARTIGO. Canoas, 2004. Disponível em: < http://empreende.org.br/pdf/Estado/Reforma%20do%20Estado,%20reestruturações%20territoriais,%20desenvolvim.pdf.> Acesso em: 21 jun. 2010

Exposição - PARTE 7

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TAÍSE ROQUE

“O objeto da investigação da cultura é a transformação das paisagens naturais e sua substituição por paisagens inteiramente novas ou profundamente modificadas”.
CORRÊA,Roberto Lobato. Introdução a geografia cultural. Rio de janeiro: Bertrand Brasil ,2003,p.23.
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SENILDE AMARAL


“Um conceito de poder engloba, portanto, sempre a esfera da ação, ele designa uma capacidade de agir, direta ou indiretamente, sobre as coisas ou sobre as pessoas, sobre os objetos ou sobre as vontades (Guichet, 1996). Mas o poder está também circunscrito ao campo das vontades e incluem-se no universo dos valores sociais, que definem uma vontade comum, ou seja, tudo aquilo que é socialmente aceito e valorizado”.

CASTRO. Iná Elias de. Geografia e política: território, escalas de ação instituições. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005, p.99.

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ROSILANE GOMES

“Como no momento presente, a cidade só existe pela ‘acumulação de tempos, do passado’, mas a perda dos referenciais urbanos, produto da rapidez com que a morfologia se transforma, redefine a prática socioespacial e nos faz mergulhar, hoje na ‘vertigem’ do vácuo”.

CARLOS, Ana Fani Alessandri. Espaço-tempo na metrópole: a fragmentação da vida cotidiana. São Paulo. Contexto, 2001, p.348.
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NAIARA GONÇALVES


“A idéia de que o tempo suprime o espaço provém de uma interpretação delirante do encurtamento das distâncias, como os atuais progressos no uso da velocidade pelas pessoas, coisas e informações. A verdade é que ‘as informações não atingem todos os lugares’”.

SANTOS, Milton. A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. 4.Ed.São Paulo: EDUSP,2008, p.202.
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Exposição - PARTE 6

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JULIANO SILVA



“O Brasil dispõe de uma grande extensão territorial, e essa é uma de suas características mais marcantes”.


SANTOS, Milton; SILVEIRA, Maria Laura. O Brasil: Território e Sociedade no inicio do século XXI. 12.Ed. Rio de Janeiro: Record, 2008,p. 249.
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JOSIANE RODRIGUES


É da natureza das paisagens, se transformar. Contudo, se consideramos que as paisagens são construídas socialmente, elas não se esgotam: O que se esgota ou degrada é um determinado recurso natural ou uso da paisagem. [...] (Roger, 1989).


O desaparecimento de uma paisagem natural, como a Mata Atlântica, por exemplo, significa a substituição daquela paisagem por outra, não sua morte. Os recursos naturais podem se esgotar, mas a paisagem é transformada em outra, ainda que numa lógica perversa, destituída de beleza e de riqueza natural.

ROSENDAHL, Zeny; CORRÊA, Roberto Lobato (Orgs.). Paisagem, imaginário e espaço. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2001, p.21-22.
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JESSINALDO MACÊDO


"tudo que nós vemos , o que a nossa visão possa alcançar , é paisagem . Está pode ser definida como o domínio do visível , aquilo que a vista abarca . Não é formada apenas de volumes , mas também de cores , movimentos,odores e sons etc."
SANTOS, Milton. Metamorfoses do espaço habitado: fundamentos teóricos e metodológicos da geografia. 5.Ed.São Paulo: Hucitec, 1997, p.61.
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DALETE CARVALHO


"É diante dessa nova relação espaço-tempo que se coloca a questão do estranhamento, pois o ritmo das mudanças destrói as referencias urbanas, que são referencias da vida, e,com isso,as bases de sustentação da memória, pela fragmentação da identidade,em que o espaço e o tempo, dominados pela toca, tornam-se o espaço e o tempo da mercadoria. Esse novo quadro produz outras referencias que direcionam o uso do espaço na cidade: em primeiro momento esvazia a rua, pois ela se define em função do uso do automóvel e da necessidade de circulação de volume sempre crescente de mercadorias de todos os tipos;por outro lado, assiste-se ao processo de generalização do espaço- mercadoria, que muda o sentido do espaço".

CARLOS, Ana Fani Alessandri. Espaço-tempo na metrópole: a fragmentação da vida cotidiana. São Paulo: Contexto, 2001, p.?.
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Exposição - PARTE 5

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AILTON ARAÚJO

“Nem sempre nos damos conta de que já nos encontramos em meio a uma acelerada e dinâmica revolução da microeletrônica, apesar de estarmos rodeados por todos os lados pelas suas mais diversas manifestações”.

SCHAFF, Adam. A Sociedade Informática. São Paulo: Unesp, 1995, p. 1.
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HUMBERTO MAIA



“A cidade aparece como materialidade, produto do processo de trabalho, de divisão técnica, mas também da divisão social. É materialização de relações da historia do homem, normalizadas por ideologias; e forma de pensar, sentir, consumir; é modo de vida, de uma vida contraditória”. (CARLOS, 2005)
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ELEIDES FRANÇA

“A relação entre natureza e cultura são as questões centrais da modernidade científica. De uma maneira simbólica, um novo céu e uma nova terra nasceram desta revolução e marcam ainda hoje os conceitos dominantes”

GOMES, Paulo Cesar da Costa. Geografia e modernidade. São Paulo: Bertrand Brasil, 2000, p.70.
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CATERINE SANTOS


" É necessário, pois, analisar os determinantes da localização da produção no espaço, com ênfase na formação do sistema de cidades”.

SANTOS, Ângela Moulin S. Penalva. Economia, espaço e sociedade no Rio de Janeiro. Rio de janeiro: FGV EDITORA, 2003, p.19.
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22 de jun. de 2010

Exposição - PARTE 4

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YARA DIAS

“O mundo natural, mediante as trocas de energia entre seus elementos, conhece um movimento perpétuo, pelo qual sua identidade se renova enquanto se modificam os seus aspectos."

SANTOS, Milton. A Natureza do Espaço. São Paulo, EDUSP, 2006, p. 129.
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TIAGO ALVES


“É o homem-fator-antrópico, que degrada a natureza com suas atitudes irracionais de destruição; homem estatístico e consumidor incontinente de recursos escasso e esgotáveis; e o homem-economicus, que transforma a natureza em produtos por meio das suas atividades”.


MOREIRA, Ruy. Para onde vai o pensamento geográfico?: por uma epistemologia crítica. São Paulo: Contexto, 2006, p.119.
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CRISTIANE AGOSTINHO



“Tudo aquilo que nós vemos, o que nossa visão alcança é a paisagem. Não é formada apenas de volumes, também de cores, movimentos, odores, sons etc”.

SANTOS, Milton.
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ROBÉRIO ÂNGELO

"Como as políticas de implantação e lançamento dos conjuntos habitacionais e dos loteamentos populares - regulares ou não - são marcadas pelo afastamento espacial e precariedade das condições de vida urbana, os pobres são “obrigados” a conviver nas áreas mais distantes, ficando “reféns” dos territórios em que habitam daí a idéia de segregação induzida".

JÚNIOR, Orlando Moreira. Cidade Partida: segregação induzida e auto-segregação urbana. Caminhos de geografia, Uberlândia, V.13, n33, p7-10, mar 2010.
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Exposição - PARTE 3

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ROBERTA GUIMARÃES



"O lugar constitui a base da reprodução da vida, podendo ser compreendido a partir da tríade habitante-identidade-lugar estabelecida no plano do vivido, no ato de conhecer e ser reconhecido (CARLOS, Op. Cit., p.20)."

DISSERTAÇÃO de mestrado. João Pessoa, 2007. Disponível em: <http://www.geociencias.ufpb.br/posgrad/dissertacoes/edinalva_silva.pdf.>. Acesso em: 21 jun. 2010.
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EVALDO CARVALHO



“Não basta, pois, produzir. É indispensável por a produção em movimento. Em realidade, não é mais a produção que preside a circulação, mas é esta que conforma a produção”.

SANTOS, Milton. A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. 4.Ed. São Paulo, EDUSP, 2006, p.186.
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LUZEMÁRIO MOREIRA JÚNIOR



“O espaço é formado por um conjunto indissociável, solidário e também contraditório, de sistemas de objetos e sistemas de ações, não considerados isoladamente, mas como o quadro único no qual a história se dá. No começo era a natureza selvagem, formada por objetos naturais, que ao longo da história vão sendo substituídos por objetos fabricados, objetos técnicos, mecanizados e, depois, cibernéticos, fazendo com que a natureza artificial tenda a funcionar como uma máquina”.


SANTOS, Milton. A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. 3. Ed. São Paulo: Hucitec, 1999. p. 51.
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GREICE KELY



“A imagem da árvore é ainda muito freqüente nos universos imaginários do homem moderno a - religioso: constitui um arco de sua vida profunda, do drama que se desenrola no inconsciente e que diz respeito à integridade de sua vida psíquico-mental e, portanto, à sua própria existência”.

ELIADE, Mircea. O sagrado e o profano; [tradução Rogério Fernandes]. São Paulo: Martins Fontes, 1992, p.173.
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